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Revistas / Educação / Saberes da Educação

COLECAO SABERES DA EDUCACAO ESPECIAL 006
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COLECAO SABERES DA EDUCACAO ESPECIAL 006

Edição: 6
Código: 303105

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Descrição


COLECAO SABERES DA EDUCACAO ESPECIAL 006

Ao contrário do que se imagina, a literatura infantil é algo extremamente complexo e envolve questões profundas incutidas na educação dos primeiros anos das crianças. É quase impossível desvincular a leitura de obras infantis da aquisição de linguagem. Uma das principais questões relativas a literatura infantil diz respeito justamente ao seu termo adjetivo, que determina o público ao qual se destina, as crianças. Deve-se considerar o fato de que, quem escreve livros infantis não é uma criança, mas escreve para as crianças; isso tende a gerar um certo conflito em que se pesa o que realmente interessa a uma criança ou o que o autor, sendo um adulto, filtra para ela, legando o que lhe interessa, podendo limitar o potencial infantil de criar. Na visão de Lígia Cademartori, (O que é Literatura Infantil), "A questão da assimetria adulto/criança, porém, particulariza, por via da distorção, o acesso ao conhecimento mediado pela literatura. O caráter formador da literatura infantil vinculou-a, desde sua origem, a objetivos pedagógicos. Ora, isto cria uma tensão entre o saber sobre o mundo da literatura (que diz 'o mundo é assim') e o ideal da pedagogia (que diz 'o mundo deveria ser assim'). (...) Foi a preocupação pedagógica que, por muito tempo, silenciou no texto questões relativas a sexualidade, ao racismo, à segregação das mulheres e outras mazelas da sociedade e de seus jogos de poder. (...) Só a interpretação, que vai além do linear e da mera sequência de fatos, põe a descoberto os conflitos que o texto, numa leitura ingênua e superficial, encobre. (...) Tradicionalmente, a literatura infantil apresentou, por determinação pedagógica, um discurso monológico que, pelo caráter persuasivo, não abria brechas para interrogações, para o choque de verdades, para o desafio da diversidade, tudo se homogeneizando numa só voz, no caso, a do narrador."
A visão que temos hoje do que seja criança está ligada ao nosso contexto histórico, social, científico e cultural. Estamos habituados a conviver, pelo menos em certas classes sociais, com uma infância muito diferente da vida adulta, falando em termos de preocupações típicas dos adultos, como trabalho, finanças, questões sociais, enfim, fazendo com que a criança habite um universo delimitado por assuntos escolares, um vocabulário próprio dessa fase, certas brincadeiras e certos assuntos. Em outras épocas, porém, existiram crianças tratadas de forma semelhante aos adultos, ocupando outros espaços dentro da família e da sociedade. No período medieval, por exemplo, crianças e adultos trabalhavam duro na terra o dia todo, e à noite, sentavam-se lado a lado e deliciavam-se com as mesmas histórias, participavam das mesmas festas e, de alguma forma, estavam sintonizados com as mesmas inquietações, todos juntos. Hoje, felizmente, existe uma espécie de blindagem da criança no que diz respeito ao trabalho, gerando campanhas que exterminam o trabalho infantil, para que elas ocupem o seu tempo de infância desenvolvendo o intelecto, a linguagem, a escrita, a formação de conhecimentos, tudo ligado ao processo da leitura. A leitura de textos poéticos para a criança em fase de alfabetização, não só a aproxima do livro como fonte de conhecimento e prazer, como exerce um importante papel na formação de sua expressão verbal. Muitas crianças superaram deficiências fonológicas e clínicas, como dislalias ou dislexias, ouvindo contos de fadas e tentando se passar pelos personagens, incorporando-os como tais. É também na idade pré-escolar que começa a se esboçar uma divergência entre um objeto e seu significado, por exemplo, um canudo vira uma varinha de condão, um retalho de tecido vira o vestido da princesa e um cabo de vassoura, vira o destemido cavalo do mocinho, num universo que as crianças definem tudo no passado, com as famosas frases - "agora, eu era o herói! - agora, eu era uma linda princesa!", um mundo que as crianças conhecem muito bem como o "faz-de-conta

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